Cinco coisa necessárias para se fazer uma boa confissão


1º Examino-me sobre a minha vida. (O EXAME DE CONSCIÊNCIA);


É de suma importância que seja realizado em um momento de oração e silêncio.


2º Arrependo-me dos meus pecados diante do bom DEUS, do bom JESUS Crucificado por causa de todos nós. (a dor do pecado);


Tendo o firme desejo de nunca voltar a comete o pecado, pois ofende a Deus nosso Sumo Bem.

3º Faço um bom proposito. (a promessa de emendar-me num ponto concreto);


Conhecer a si mesmo, para compreender em qual ponto deverá trabalhar mais e sempre fugir das ocasiões que nos faria pecar.

4º confesso meus pecados ao padre, que naquele ato está em lugar de DEUS para me perdoar.(A auto acusação das faltas);


Para isto tenho que deixar morrer o orgulho em mim. Somente uma pessoa humilde tem a capacidade de se reconhecer pecadora e acusar os seus pecados. Sabe que tudo de bom que tem, provém de Deus e de sua grande misericórdia.

5º Aceito a satisfação como sinal de contentamento e boa vontade
( A penitencia que me é imposta em nome de Deus).


                Fazer orações, jejuns e sacrifícios pela nossa conversão e do mundo inteiro!




Ter a coragem de chamar os pecados pelo seu nome perante o confessor




Papa Francisco


Na homilia da manhã de 25/1.Santa Missa celebrada pelo Papa Francisco na Casa de Santa Marta que foi inteiramente dedicada ao Sacramento da Reconciliação. Segundo o Santo Padre, para muitos adultos confessar os pecados perante um sacerdote é um esforço insustentável que pode transformar um momento de verdade num exercício de ficção. O Papa Francisco comentou a Carta de S. Paulo aos Romanos em que o Apóstolo admite publicamente perante toda a comunidade que na “sua carne não habita o bem” e ainda admitiu ser um “escravo” que não faz o bem que quer, mas cumpre o mal que não quer. O Papa diz-nos que esta é a luta dos cristãos:

“E esta é a luta dos cristãos. É a nossa luta de todos os dias. E nós nem sempre temos a coragem de falar como fala Paulo sobre esta luta. Sempre tentamos uma via de justificação: ‘Mas sim, somos todos pecadores. Dizemos assim, não é? Isto dizêmo-lo dramaticamente: é a nossa luta. E se nós não reconhecermos isto nunca poderemos ter o perdão de Deus.”

“Alguns dizem: ‘Ah, eu confesso-me com Deus!. Mas, é fácil, é como confessar por email, não é? Deus está lá longe, eu digo as coisas e não há um face a face, não há um olho no olho. Paulo confessa as suas debilidades diretamente aos irmãos, face a face. Há ainda outros que dizem: eu vou confessar-me; mas confessam-se de coisas tão etéreas, tanto no ar que não são concretas. E isso é a mesma coisa que não o fazer. Confessar os nossos pecados não é como ir ao psiquiatra, ou ir para uma sala de tortura: é dizer ao Senhor; eu sou pecador, mas dizê-lo através do irmão, para que seja concreto.”
O cristão deve lidar com o seu pecado de uma forma concreta, honesta e ter a capacidade de se envergonhar perante Deus, pedindo perdão e reconciliando-se confessando os seus pecados. E, segundo o Papa Francisco, o melhor mesmo é imitarmos as crianças:

“ Os pequenos têm aquela sabedoria: quando uma criança vem confessar-se nunca diz coisas genéricas. ‘Mas Padre eu fiz isto à minha tia, eu disse aquela palavra!’ São concretos. Têm aquela simplicidade da verdade. E nós temos sempre a tendência de escondermos a realidade e as nossas misérias. Mas, há uma coisa bela: quando confessamos os nossos pecados, como estamos na presença de Deus, sentimos sempre vergonha. Envergonharmo-nos perante Deus é uma graça. Recordemos Pedro quando depois do milagre de Jesus no Lago diz: ‘Senhor afasta-te de mim que sou pecador’. Envergonha-se do seu pecado perante a santidade de Jesus Cristo.” (Red. Rádio Vaticano / Red. ZENIT T.S.)


Fonte: ZENIT

SACRAMENTO DA CONFISSÃO

Parte III


Modo de fazer a confissão



Arrependido de seus pecados,  apresentar-se ao confessor; fazer o sinal da cruz e dizer:

Abençoai-me  padre, porque pequei. Eu pecador me confesso a Deus, e a vós padre. Confessei-me faz (tanto tempo faz a ultima confissão).
Meus pecados são: ....

Depois de ter confessado os pecados pode-se acrescentar:

Destes  e também de todos os pecados  que não me lembro, me arrependo de todo o coração; de todos eles peço perdão a Deus e a vós, padre, a absolvição.

Depois de ouvir, com respeito e atenção, os conselhos do confessor, rezar o ato de contrição. Ao receber a absolvição, faz-se o sinal da cruz.
Ao sair do confessionário pode se despedir do confessor dizendo:

Deus lhe Pague!

Cumprida a penitência, procure ficar recolhido ainda por algum tempo, meditando e conversando com Deus, agradecendo por tão graça recebida  que é o seu perdão e o amor que Ele tem  por ti.


Papa Francisco alerta para os riscos do demônio


“A presença do demônio no mundo é real e não uma fábula. É o Evangelho que o diz e os cristãos devem sempre estar alertas contra o maligno”. Foi o que recordou o Papa Francisco, comentando na missa matutina na Casa Santa Marta o trecho evangélico da celebração na qual Jesus expulsa o demônio, mas não é compreendido.

“Alguns padres, quando lêem esta passagem, ou outras, dizem que Jesus curou aquela pessoa de uma doença mental. É verdade que antigamente se podia confundir epilepsia com estar possuído pelo demônio – disse o Papa – mas é igualmente verdade que o demônio existe! A presença do demônio está na primeira página da Bíblia e também no final, com a vitória de Deus sobre ele”.

O Sumo pontífice  indicou três caminhos para resistir ao maligno, sendo vigilantes:

“Não confundir a verdade. Jesus luta contra o diabo; e este é o primeiro critério. O segundo é que ‘quem não está com Jesus está contra Jesus’. Não existe outro comportamento. E o terceiro critério é a vigilância do nosso coração, porque o demônio é astuto, nunca é expulso para sempre”.

Advertindo os cristãos para “não ser ingênuos”, o Papa disse que a estratégia do diabo é essa: ele diz “Você é cristão, tem fé, vai adiante que eu não volto. Mas depois, quando você está acostumado e se sente seguro, ele volta”. 

                                                                   São Miguel Arcanjo