Eucaristia: O alimento da Igreja


Crismandos, assistam este vídeo, para que possam amar mais este grandioso sacramento de amor, 
a Santíssima Eucaristia: Jesus! 

"Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele" Jo 6,56

“Se Cristo habita em nós, do que precisamos mais? O que nos falta? Se permanecermos em Cristo, o que mais podemos desejar? Ele é o nosso hospede e nossa moradia. Bem-aventurados aqueles que como nós, somos a sua moradia! Que alegria sermos nós a morada de um tal Inquilino!”


Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos! Peço-Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam. 
 (Oração ditada pelo Anjo da Paz, aos Três Pastorinhos de Fátima).




10 CONSELHOS DE BENTO XVI AOS JOVENS


1) Conversar com Deus

“Algum de vós poderia talvez identificar-se com a descrição que Edith Stein fez da sua própria adolescência, ela, que viveu depois no Carmelo de Colônia: “Tinha perdido consciente e deliberadamente o costume de rezar”. Durante estes dias (de Jornada Mundial da Juventude) podereis recuperar a experiência vibrante da oração como diálogo com Deus, porque sabemos que nos ama e, a quem, por sua vez, queremos amar”.

2) Contar-lhe as penas e alegrias

“Abri o vosso coração a Deus. Deixai-vos surpreender por Cristo. Dai-lhe o ‘direito de vos falar’ durante estes dias. Abri as portas da vossa liberdade ao seu amor misericordioso. Apresentai as vossas alegrias e as vossas penas a Cristo, deixando que ele ilumine com a sua luz a vossa mente e toque com a sua graça o vosso coração.

3) Não desconfiar de Cristo

“Queridos jovens, a felicidade que buscais, a felicidade que tendes o direito de saborear, tem um nome, um rosto: o de Jesus de Nazaré, oculto na Eucaristia. Só ele dá plenitude de vida à humanidade. Dizei, com Maria, o vosso ‘sim’ ao Deus que quer entregar-se a vós. Repito-vos hoje o que disse no princípio de meu pontificado: Quem deixa entrar Cristo na sua vida não perde nada, nada, absolutamente nada do que faz a vida livre, bela e grande. Não! Só com esta amizade se abrem de par em par as portas da vida. Só com esta amizade se abrem realmente as grandes potencialidades da condição humana. Só com esta amizade experimentamos o que é belo e o que nos liberta. Estai plenamente convencidos: Cristo não tira nada do que há de formoso e grande em vós, mas leva tudo à perfeição para a glória de Deus, a felicidade dos homens e a salvação do mundo”.

4) Estar alegres: querer ser santos

“Para além das vocações de consagração especial, está a vocação própria de todo o batizado: também é esta uma vocação que aponta para um ‘alto grau’ da vida cristã ordinária, expressa na santidade. Quando encontramos Jesus e acolhemos o seu Evangelho, a vida muda e somos impelidos a comunicar aos outros a experiência própria (…). A Igreja necessita de santos. Todos estamos chamados à santidade, e só os santos podem renovar a humanidade. Convido-vos a que vos esforceis nestes dias por servir sem reservas a Cristo, custe o que custar. O encontro com Jesus Cristo vos permitirá apreciar interiormente a alegria da sua presença viva e vivificante, para testemunhá-la depois no vosso ambiente”.

5) Deus: tema de conversa com os amigos

“São tantos os nossos companheiros que ainda não conhecem o amor de Deus, ou procuram encher o coração com sucedâneos insignificantes. Portanto, é urgente ser testemunhos do amor que se contempla em Cristo. Queridos jovens, a Igreja necessita autênticos testemunhos para a nova evangelização: homens e mulheres cuja vida tenha sido transformada pelo encontro com Jesus; homens e mulheres capazes de comunicar esta experiência aos outros”.
6) No Domingo, ir à Missa

“Não vos deixeis dissuadir de participar na Eucaristia dominical e ajudai também os outros a descobri-la. Certamente, para que dela emane a alegria que necessitamos, devemos aprender a compreendê-la cada vez mais profundamente, devemos aprender a amá-la. Comprometamo-nos com isso, vale a pena! Descubramos a íntima riqueza da liturgia da Igreja e a sua verdadeira grandeza: não somos os que fazemos uma festa para nós, mas, pelo contrário, é o próprio Deus vivo que prepara uma festa para nós. Com o amor à Eucaristia redescobrireis também o sacramento da Reconciliação, no qual a bondade misericordiosa de Deus permite sempre que a nossa vida comece novamente”.

7) Demonstrar que Deus não é triste

“Quem descobriu Cristo deve levar os outros para ele. Uma grande alegria não se pode guardar para si mesmo. É necessário transmiti-la. Em numerosas partes do mundo existe hoje um estranho esquecimento de Deus. Parece que tudo anda igualmente sem ele. Mas ao mesmo tempo existe também um sentimento de frustração, de insatisfação de tudo e de todos. Dá vontade de exclamar: Não é possível que a vida seja assim! Verdadeiramente não”.

8) Conhecer a fé

“Ajudai os homens a descobrir a verdadeira estrela que nos indica o caminho: Jesus Cristo. Tratemos, nós mesmos, de conhecê-lo cada vez melhor para poder conduzir também os outros, de modo convincente, a ele. Por isso é tão importante o amor à Sagrada Escritura e, em consequência, conhecer a fé da Igreja que nos mostra o sentido da Escritura”.

9) Ajudar: ser útil

“Se pensarmos e vivermos inseridos na comunhão com Cristo, os nossos olhos se abrem. Não nos conformaremos mais em viver preocupados somente conosco mesmo, mas veremos como e onde somos necessários. Vivendo e atuando assim dar-nos-emos conta rapidamente que é muito mais belo ser úteis e estar à disposição dos outros do que preocupar-nos somente com as comodidades que nos são oferecidas. Eu sei que vós, como jovens, aspirais a coisas grandes, que quereis comprometer-vos com um mundo melhor. Demonstrai-o aos homens, demonstrai-o ao mundo, que espera exatamente este testemunho dos discípulos de Jesus Cristo. Um mundo que, sobretudo mediante o vosso amor, poderá descobrir a estrela que seguimos como crentes”.

10) Ler a Bíblia

“O segredo para ter um ‘coração que entenda’ é edificar um coração capaz de escutar. Isto é possível meditando sem cessar a palavra de Deus e permanecendo enraizados nela, mediante o esforço de conhecê-la sempre melhor. Queridos jovens, exorto-vos a adquirir intimidade com a Bíblia, a tê-la à mão, para que seja para vós como uma bússola que indica o caminho a seguir. Lendo-a, aprendereis a conhecer Cristo. São Jerônimo observa a este respeito: ‘O desconhecimento das Escrituras é o desconhecimento de Cristo’”.





"Cristo ressuscitou dos mortos. Por sua morte venceu a morte, aos mortos deu a vida."




                     Em Jesus o cristão é um homem novo, vivendo em Cristo, o homem novo. S. Leão Magno admoestava os cristãos: «Reconhece, ó cristão, a tua dignidade; participante da natureza divina não voltes aos erros da tua conduta passada. Recorda quem é a tua cabeça e de que corpo és membro. Recorda que foste arrancado do poder das trevas e transportado para a luz e para o Reino de Deus. Pelo sacramento do batismo transformaste-te em templo do Espírito Santo. Procura não afastar um hóspede tão importante com as tuas más ações, caindo de novo sob o domínio do demônio. O preço da tua salvação é o sangue de Cristo» (Serm. I do Natal do Senhor).

SACRAMENTO DE CURA


A Confissão  Parte II

“A penitência impele o pecador a suportar tudo de boa vontade. Em seu coração esta o arrependimento; em sua boca, a acusação; em suas obras, plena humildade e proveitosa satisfação.”
São João Crisóstomo.

              Crismando, para um boa confissão é necessário antes de tudo nos reconhecemos pecadores e necessitados da misericórdia de Deus. Um exame de consciência tendo diante dos olhos a Palavra de Deus e seus mandamentos é importante fazer antes de chegar ao padre para confissão.  A confissão não é simplesmente uma conversa onde pedirei conselhos, mas é algo muito mais profundo. No Sacramento da Penitência é necessário por parte de quem procura o confessor, três coisas: contrição, confissão e satisfação.



Contrição:
                É  uma dor da alma e detestação do pecado cometido e um proposito firme de não os tornar a cometer no futuro. Reconhecendo que o pecado cometido ofende diretamente a Deus. Este é um ato que deve vim sempre em primeiro lugar.

Confissão:
         É a acusação de cada um dos nossos pecados ao confessor, para dele recebermos a absolvição. Não é simplesmente uma narração de nossos pecados, mas uma verdadeira e dolorosa manifestação dos próprios pecados. É um momento, de que até no ponto de vista simplesmente humano, nos liberta, pois assumimos a responsabilidade deles. Não devemos por hipótese nenhuma, nem por vergonha ou medo do que o padre irá achar, deixar de revelar um pecado no momento da confissão, mesmo que esses pecados sejam muito secretos, as vezes esses pecados ferem mais gravemente  a alma e são mais prejudiciais  do que os outros que foram cometidos a vista e no conhecimento de todos.


“Se o doente tem vergonha de mostrar sua ferida ao médico, a medicina não pode curar aquilo que ignora.” S. Jerônimo.


Satisfação:
              Define-se como a oração ou a boa obra que o padre impõe em expiação dos seus pecados. A absolvição tira o pecado, mas não remedeia todas as desordens que ele causou. Esta satisfação chama-se também de penitência.  Por exemplo (restituir as coisas roubadas, restabelecer a reputação daquele que foi caluniado, etc...)

Recebendo mais frequentemente este sacramento de cura que é a confissão, por meio do dom da misericórdia do Pai, somos levados a ser misericordiosos como Ele.

*informações retiradas do Catecismo da Igreja Católica.


              Quando Jesus está presente, tudo é bom e nada parece dificultoso. Sem amigo não viverá feliz, e se não for Jesus seu especialíssimo amigo, estará muito triste e desamparado. Sobre todos os seus amigos seja pois Jesus singularmente amado.

Imitação de Cristo livro II cap.8